O que você que ver aqui?


Hoje o post é para quem gosta de plantinhas mas não tem espaço ou tempo suficiente para cuidar.Vim mostrar como fiz o meu terrário.

Quer aprender como fazer?

Vamos precisar de:


1 vidro de boca larga; Pode ser vidros de decoração, de conserva, compoteira ou aquário;

1 xícara de carvão vegetal (Isso evita o apodrecimento das raízes, evita o mal cheiro e o aparecimento de fungos etc);

1 xícara de pedrinhas para aquário;(cor de sua preferencia)

1 xícaras de terra com adubo orgânico (pode ser comprada em supermercado ou floricultura);

2 ou 3 mudas de plantas diferentes (as pequenas são mais indicadas)

1 xícara de água filtrada


MODO DE FAZER


1º passo :

1. Faça camadas dentro do vidro (ou da garrafa pet, cortada ao meio): primeiro as pedrinhas, depois o carvão e por último a terra.

2. Deixe cada camada bem nivelada.

3. Na última camada (terra), faça buracos e plante as mudas.

A camada de terra serve para alimentar a planta.

As pedrinhas e o carvão servem para drenar a água.


2º Passo:

1.Molhe a terra e tampe o vidro, (o meu tem tampa) mas pode 
cobrir o vidro com o plástico e passar o elástico em volta para ficar bem vedado.



Ainda tenho essas aqui para fazer outro...depois venho mostrar como ficou.


                                                  Dicas legais:


1 Plantas necessitam de luz e as do seu terrário não são exceção, mas escolha um lugar de luz indireta, pois o vidro pode funcionar como uma lente de aumento (aumentando a luz e o calor no interior do terrário).


2 Eles devem se manter aquecidos, mas é bom evitar temperaturas muito altas ou alterações rápidas no clima do ambiente onde ele será mantido.


3 Evite coloca-lo sobre móveis ou estantes finos demais e que danifiquem facilmente. Procure deixá-los, também, em lugares fora do alcance de crianças ou animais de estimação.

4.Eles são ótimos presentes!


O que me inspirou e pode te inspirar:








Beijão espero que tenham gostado.
Se você tiver uma dica para me dar eu vou amar, ler seu comentário!

Acho que já deu para perceber que se tem uma coisa que eu gosto é artesanato, quando vejo um ig vou logo seguindo. A minha mãe trabalha com artesanato, então a incentivei a fotografar as suas coisinhas lindas e postar para poder divulgar seus produtos e conquistar ainda mais clientes. 

Vou mostrar algum e vocês entram no insta dela @m_lilas para conhecerem um pouco mais. 

Chinelos decorados

Porta panos de prato

Chaveiros
Protetor de porta


Prendedor para Cortinas


E muito mais, tiaras, bonecos de pano, peso de porta!

Beijão e até mais!

Pedidos via Instagram: @m_lilas ou Tel:99191-8581


Como aqui no blog sempre posto assunto que amo, essa reportagem da revista Época não poderia ficar de fora. Se você pretende ser Pai ou Mãe deve ler esta entrevista com o escritor Sergio Sinay.  

Reportagem de Isabel Clemente publicada link aqui em 02/08/2016 sobre educação.

"O escritor Sergio Sinay, 66 anos, é um especialista em vínculos humanos. Sociólogo e jornalista, formou-se na Escola de Psicologia da Associação Gestáltica de Buenos Aires. Requisitado consultor sobre assuntos familiares e relações pessoais, tem vários livros publicados. O mais novo,Sociedade dos Filhos Órfãos, que acaba de sair em português (Editora BestSeller), é uma dura crítica ao modo de vida da atualidade, em que pais delegam a educação e a atenção aos filhos para babás, escolas e até para as novas tecnologias – como celular, televisão e computadores. Esse comportamento transmite aos filhos a noção errada de que basta ter dinheiro para encontrar quem se encarregue daquilo que nos cabe fazer, afirma Sinay, em seu livro.
Casado e pai de um jovem, Sinay diz que o amor é uma construção contínua que se fortalece diariamente com responsabilidade e comprometimento. “Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado”. A seguir trechos da entrevista concedida ao Mulher7x7.
Mulher7x7- Há uma geração de filhos sem pais presentes nascendo ou ela sempre existiu?
SERGIO SINAY – Sempre houve pais que não assumem responsabilidades e sempre haverá. Mas nunca houve como hoje um fenômeno social tão amplo e profundo a ponto de criar uma geração de filhos órfãos de pais vivos. Pela primeira vez podemos dizer, infelizmente, que os filhos com pais presentes que cumprem suas funções são uma minoria.
Até que ponto a relação dos pais com os filhos reproduz um estilo de vida da atualidade?
Vivemos numa cultura do utilitarismo, em que se busca o material a qualquer preço e por qualquer caminho. As pessoas se medem pelo que possuem e não pelo que são. Os pais correm atrás do material e descuidam de seus filhos que, por sua vez, aprendem a valorizar apenas o bem material. Essa é a fórmula para criar filhos materialistas.
Em vários trechos do livro, o senhor diz estar convencido de que muita gente ficará irritada com o que está escrito. Por quê?
Porque muita gente não gosta de escutar ou ler o que precisa, apenas o que gosta. Os pais de filhos órfãos, em sua maioria, não admitem sua própria conduta e acreditam que ser pai e mãe consiste em comprar coisas para os filhos, matriculá-los em escolas caras, dar celulares e computadores modernos.
O senhor relaciona o fracasso dos pais na educação dos filhos ao medo que eles têm da reprovação infantil. De onde vem esse medo e como fugir dessa armadilha?
O medo vem de uma cultura que transformou as relações humanas em transações comerciais. As pessoas se  enxergam como recursos ou clientes. Os pais tratam de comprar o amor dos filhos e temem que o cliente não esteja contente. O carinho dos filhos não se compra. Amor se constrói com presença, atitudes e assumindo a responsabilidade de liderar o caminho dessa vida em direção à autonomia. Para isso, há que se estabelecer limites, marcar as fronteiras, frustrar. Criar e educar é também frustrar, ensinar que nem tudo é possível. Só assim se ensina a escolher. E só quem escolhe pode ser livre. Os pais, no entanto, têm medo de não ser simpáticos, então se esquecem de ser pais, que é o que os filhos precisam.
Ao se referir ao modelo do passado, em que as mães eram o retrato do sacrifício, e os pais, da disciplina ainda que com distância emocional, o senhor diz que todos sabiam seu papel, algo não acontece hoje. Aquele modo de educar era de alguma forma melhor?
Aquele modo de educar tinha muitas limitações e era muito rígido em muitos aspectos. Mas se sabia claramente quem eram os pais e quem eram os filhos. Os pais não tinham medo de atuar como pais, ainda que às vezes cometessem excessos em sua autoridade. Mas é sempre mais fácil corrigir um excesso do que superar uma ausência. Alguém pode mudar um modelo pobre ou insuficiente. Muito mais grave é não ter modelo.
Ao abordar o problema de jovens envolvidos com drogas e violência, o senhor diz que a solução é os pais terem mais controle sobre o que eles fazem e onde vão. Como não resvalar para a superproteção?
A infância e a adolescência são etapas muito breves da vida e necessárias para o amadurecimento biológico, psíquico e cognitivo. Seremos adultos a maior parte da nossa vida. A adolescência termina entre os 18 e os 19 anos. Quando os pais são ausentes ou não cumpriram suas funções, vemos adolescentes imaturos de 30 ou 40 anos. Se os pais pegam no leme do barco, e realizam esse trabalho com amor, ao fim da adolescência, seus filhos serão pessoas com ferramentas para caminhar pela vida. Terão muito por aprender ainda, mas terão boas bases e um bom sistema imunológico contra os principais perigos sociais. Os limites do controle vão mudando com a idade dos filhos e vão se flexibilizando até desaparecer por completo. Para saber quando e como modificá-los, há que estar presente.
Ao propor que os pais busquem interagir com outros pais para a realização de programas em comum e conversas que afinem experiências e atitudes, o senhor está sugerindo que educar é, de alguma forma, uma obra coletiva?
Educar é uma missão intransferível de quem, biologicamente ou por adoção, criou um vínculo de maternidade e paternidade. A responsabilidade é sempre individual. Conversar com outros pais e empreender projetos comuns, ajuda a afirmar a tarefa e permite a troca de experiências úteis.
Nas grandes cidades, em que muitos pais sequer comparecem às reuniões na escola, não é uma utopia propor essa interação entre os pais?
Sem utopias, não se avança. E se cruzarmos os braços, perdemos a batalha. Muitos casais responsáveis e amorosos se sentem sozinhos, não concordam com o que vêem outros pais fazendo e seguem adiante com suas convicções. Por isso, há que falar e propôr interação, dizer a eles “vocês estão num bom caminho”, compartilhem isso. Quando esses pais começarem a falar descobrirão que muita gente pensa assim também, mas estava em silêncio.
É o caso de uma família evitar certos círculos de pessoas e lugares, e até cidades, se achar que a vida do filho está indo pelo caminho errado?
Não se pode ter medo de tomar decisões, dizer não, proibir certas relações perigosas. Os filhos vão protestar, tentarão transgredir. Isso não é um problema, é parte do processo. Os filhos sempre buscarão transgredir para crescer. O problema é quando os pais viram o rosto, olham para o outro lado, não estabelecem limites ou têm medo dos filhos. Ser pai com amor e presença não significa converter-se em uma pessoa simpática, em um animador de televisão. Às vezes, há que se tomar medidas duras.
O senhor diz que muitos pais usam a suposta importância da qualidade do tempo ao lado do filho para justificar a ausência. O que é qualidade de tempo com o filho, na sua opinião?
Não há qualidade sem quantidade. Em qualquer tarefa para alcançar qualidade é preciso tempo, compromisso, dedicação. O famoso “tempo de qualidade” de que falam muitos pais – e que inclusive tem o apoio de pediatras e psicólogos infantis – é uma desculpa para que os pais não se sintam culpados. Os pais são adultos e um adulto sabe que na vida não se pode tudo. Há que optar. Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado. O “tempo de qualidade” são cinco minutos nos quais os pais culpados dão tudo aos filhos para evitar o conflito. Isso faz muito mal aos filhos. Se não há tempo, não há qualidade. E se não há tempo para os filhos, é preciso pensar antes de se tornar pais. Depois é tarde.
Mas muitos pais não escolhem seus horários, o tempo que perdem no trânsito e, por falta de opção, ficam menos com os filhos do que gostariam. O senhor não acha que os filhos aprendem a diferenciar os pais que nunca estão porque não querem dos pais que não estão porque não podem?
A responsabilidade de ser pais nos obriga a fazer escolhas. É verdade que os pais são demandados por muitas atividades. Mas eu pergunto “são todas obrigatórias?”. Muitas vezes, trabalha-se demais para pagar o que não é necessário. Ser pai e mãe é uma oportunidade para aprender a diferenciar os desejos das necessidades. É uma oportunidade para aprender a diferenciar o que a publicidade vende do que realmente precisamos. Tudo que requer nosso tempo é imprescindível? Podemos trabalhar menos enquanto criamos os filhos pequenos? É possível dividir melhor o tempo entre pais e mães? Por que tem que ser sempre a mãe a que duplica suas tarefas? Por que podemos dizer “não” ao tempo que nossos filhos exigem de nós em vez de dizer “não” aos outros? Se os pais têm sempre tempo para suas obrigações e nunca para seus filhos, os filhos aprendem que essas outras coisas (trabalho, reuniões, encontros sociais, esportes etc) são mais importantes do que eles porque nunca podem ser adiados. Não é obrigação dos filhos compreender os pais (ainda mais quando são pequenos). É obrigação dos pais atender às necessidades dos filhos.Por isso é preciso pensar antes de ser tornar pai e mãe.
O senhor critica também a estratégia de entreter as crianças com DVDs em viagens para elas ficarem quietas. Vemos esse comportamento da não-interação se estendendo à mesa de restaurantes, festas. Onde está o erro dessa atitude?
Ser pai e mãe é um trabalho. Não se pode delegar esse trabalho às novas tecnologias. Essas tecnologias muitas vezes nos conectam mas nos tornam incomunicáveis. Isso se vê especialmente nas famílias, onde todos têm celulares e computadores, mas não mantêm diálogos nem proximidade.
O senhor diz que escola não educa, ensina. O que não se deve esperar da escola?
Educar é transmitir valores por atitudes, vivendo os valores que pregamos. Educar é ensinar que as pessoas são o fim, e não o meio, algo que se passa por vínculos. Educar é transmitir a certeza de que cada vida tem um sentido e há que viver a busca desse sentido. Isso é educar, é o que fazem os pais com presença, ações e condutas. A escola é a grande socializadora que ensina a viver a diversidade e a respeitá-la, que treina habilidades para viver e atuar no mundo, que dá informação vital sobre esse mundo e que é uma ponte para ele. A escola e os pais são sócios, não podem se separar, nem se enfrentar. Tem que atuar de um modo cooperativo. Os filhos são alunos da escola, não clientes. A escola não é um parque de diversões, nem creche, nem shopping. A escola não pode fazer a vez do pai e da mãe. Os pais não podem pedir à escola que ocupe o lugar que eles deixam vago. Pais que não respeitam as escolas ensinam seus filhos a não respeitar as instituições.
Que mensagem o senhor daria para os pais que, sem perceber, estão deixando os filhos de lado acreditando estarem fazendo a coisa certa?
Eu os recordaria que ser pai e mãe foi uma escolha. Em pleno século 21, quem não quer ter filhos não tem, de modo que não há desculpas. Quem tem filhos tem responsabilidades sobre uma vida. Essa vida precisa de respostas. E diria que só há uma maneira de aprender a ser pai e mãe: convivendo com os filhos, estando presentes em suas vidas, errar, pedir desculpas, reparar o erro e seguir adiante, sempre com responsabilidade e presença.
Em seu livro, o senhor deixa claro que educar é um processo contínuo que exige envolvimento e dá trabalho, mas é fato que muita gente opta por soluções fáceis. Que soluções fáceis devem ser postas de lado?
Filhos não vêm com manual de instruções. Cada filho é uma pessoa única. Por isso não há soluções fáceis nem receitas. Nossos filhos nos ensinam a ser pais. Querer que um pediatra, um professor, um psicólogo, a televisão, a internet, uma babá, os avós ou a escola se encarregue dos filhos é buscar uma solução fácil. Pais que procuram esse tipo de solução provam que o problema são eles, e não os filhos. Os filhos nunca são o problema. O grande e maior problema (vício em drogas, alcoolismo, violência juvenil, acidentes de carro, comportamento de risco, doenças novas como obesidade infantil ou déficit de atenção, entre outros) não está nos filhos, nas crianças ou nos adolescentes. Estão nos pais.
É possível impor limites sem ser chato?
Aquele que impõe limites não recebe sorrisos nem aplausos, mas assume responsabilidades e logo colherá frutos.
O senhor afirma que o amor é uma construção. O senhor acredita em amor incondicional?
Como bem dizia Alice Miller, uma extraordinária psicóloga suíça que morreu no ano passado, aos 83 anos, e era uma grande defensora dos filhos, o único amor incondicional que existe é dos filhos para os pais. As crianças precisam muito mais dos pais: para crescer, ser guiadas, ter proteção, ser alimentadas, receber valores e, sobretudo, ser amadas. Os filhos não precisam provar seu amor aos pais, mas se os pais amam seus filhos devem dar a eles provas desse amor, acompanhando seu crescimento, transmitindo-lhes valores, colocando limites, frustrando quando necessário, oferecendo um modelo de vida que faça sentido. Sem isso, o amor será apenas palavras."
Espero que nos ajude a refletir sobre esse importante assunto.
Quero saber a opinião de vocês.
Beijão  

Quem aí ama faça você mesma? Quem acompanha o Você vai amar já sabe que eu sou completamente apaixonada... 

Sou fascinada pela possibilidade de transformar os objetos usados em novos. Amo a ideia de garimpar peças antigas que podem renovar o lar doce lar. Perto da casa da minha mãe tem dois brechós/bazar e sempre fico olha coisas e tendo ótimas ideias. Se você não puder comprar mas a sua vozinha tem algo legal pede com jeitinho a ela e reforma.

O diy hoje não fui eu quem fez mas, espero que inspire vocês a por a mão na massa
Logo a baixo das imagens tem o link com a fonte, mostrando como transformar um cadeira velha em uma novinha em folha.


                                           Antes    x       Depois
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No blog Alem da rua atelier

                                               
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Gostaram?
Beijão


Ester era uma órfã que foi criada por seu tio solteirão, Mordecai. Quando o rei Assuero decidiu que queria uma nova esposa, seus supervisores organizaram o maior concurso de beleza em toda a história. 
Ester ganhou o concurso de beleza e encontrou favor com todos dentro dos muros do palácio.
 
Quando o tio Mordecai recusou se curvar a Hamã, um dos principais conselheiros do rei, decidiu-se que não só Mordecai seria morto, mas Hamã recebeu permissão do Rei para que toda a nação judaica fosse abatida. Quando Mordecai soube desse plano covarde, rasgou as suas roupas, se vestiu em saco e cinzas, e saiu pelo meio da cidade chorando em voz alta e com amargura.
 
A resposta de Mordecai às circunstâncias terríveis, infelizmente, pode ecoar a sua resposta a eventos da sua vida. Quando você não consegue o que quer, você segue o exemplo de Mordecai vestindo suas roupas de luto e em seguida, lamenta-se e reclama tão alto e apaixonadamente que a cidade inteira ouve!
 
Se você de forma egoísta e infantil opta por caminhar pela vida vestida em pano de saco e cinza, você vai negar a si mesmo intimidade com o Rei dos reis! Oh... você ainda é um cristão e você ainda vai passar a eternidade com Jesus, no entanto, a sua preocupação com a sua dor vai negar-lhe a doçura da comunhão com Ele enquanto estiver no planeta Terra.
 
Cometemos o erro de acreditar que, se gritarmos de dor alto o suficiente, vamos exigir uma audiência com Deus. Pelo contrário, a verdadeira senha para Sua presença é ação de graças !
 
Quando a Rainha Ester ouviu falar da festa de piedade que o tio Mordecai estava fazendo na frente dos portões do rei, ela enviou roupas novas para Mordecai, mas ele se recusou a colocá-las. O Espírito Santo nos deu um novo guarda-roupa para vestir também, mas muitas vezes nós nos recusamos a abraçar os ornamentos de louvor e em vez disso escolhemos desfilar pela vida no manto de dor.
 
Coloque os ornamentos de louvor ! Ao invés de se contorcer de dor emocional... coloque as mãos no ar e cante-se em Sua presença !

Devocional Emoções Santas.

Você já riu hoje? Ainda não? Então, é bom se apressar. Estudos confirmam: os médicos têm razão quando dizem que “rir é o melhor remédio”. Ou, então, quem ri muito vive mais. Será, então, que o bom humor realmente faz bem à saúde?
SER BEM-HUMORADO não significa rir do outro, mas ter a capacidade de rir com o outro, com a vida e, principalmente, consigo mesmo. Pessoas genuinamente bem-humoradas têm mais facilidade para lidar com os desafios que a vida lhes oferece. Por essa razão, elas adoecem menos e são mais otimistas.
RIR REDUZ o risco de doenças cardiovasculares, alivia a tensão muscular, reforça o sistema imunológico e aumenta a tolerância à dor. Quem garante é o psicólogo britânico Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Ele afirma que tudo na vida é uma questão de hábito. Assim como manter uma dieta saudável ou praticar atividades físicas, aprender a ver o lado bom das coisas é um hábito saudável que pode ser adquirido, com alguma prática e bastante perseverança.
O SORRISO é a expressão mais impactante do ser humano. É semelhante ao sol que espanta as névoas da noite. O sorriso é o melhor cartão de visita. Mesmo quando a vida se apresenta complicada, sorria. O coração é teu, pode chorar, mas o rosto é dos outros, você deve sorrir. Não sorrir é restringir a grandiosidade da existência, roubar a espontaneidade, espantar a felicidade. Ninguém nasceu para viver triste. Evidente que nem todos os momentos são confortáveis, mesmo assim, é possível continuar sorrindo.
SÃO FRANCISCO, apesar das provações da vida, foi o santo da alegria. É que ele via a Deus no horizonte de tudo. Chegou a afirmar: um santo triste é um triste santo. Não há possibilidade de um santo triste. O cristão não se detém na tristeza da Sexta Feira Santa, mas na alegria da Ressurreição de Jesus. “Aquele que crer não deve viver com cara de quaresma”. (Papa Francisco). Infelizmente, até em ambientes cristãos, encontramos mais profetas da amargura do que apóstolos da alegria.
CADA UM DE NÓS projeta luz ou sombras no ambiente. Cada um de nós é uma manhã ensolarada ou um dia cheio de nuvens. Carregamos o bom ou o mau tempo dentro de nós. A pessoa para franzir a testa utiliza 43 músculos e para sorrir, apenas 17. Já que é mais fácil sorrir do que franzir a testa, não perca tempo, sorria. O riso é uma terapia. “Rir é o melhor remédio”. São Paulo recomenda: alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos. ( Fl 4,4)
+ Itamar Vian
Arcebispo Emérito
di.vianfs@ig.com.br

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